Sucessão Familiar

As pequenas e médias empresas, especialmente empresas familiares, em razão do enfrentamento de novos paradigmas organizacionais, percalços políticos e econômicos começam a colocar em “cheque” modelos de administração tradicionalmente utilizados.

A experiência tem mostrado que a profissionalização da empresa é a melhor alternativa, especialmente quando o fundador pretende continuar contribuindo com sua experiência técnica, que representou o começo de tudo o então se podemos assim denominar sucesso do negócio, e que agora simplesmente pretende acompanhar as ações dos novos gestores. Vale salientar que sucessão executiva nas empresas familiares é a causa mais frequente se não atendida por apoio consultivo de seu encerramento ou atrofia de seu crescimento, tendo em vista a prematura capacidade dos herdeiros, a disputa pela posição de sucessor ou mesmo a ausência deles na condução dos negócios.

Diante deste cenário, quando o fundador percebe que chega seu momento de afastamento do centro das decisões, enfrenta as possíveis circunstancias; vender, associar mantendo perenidade ou profissionalizar. Apenso a isto a não existência de sistemas estruturados em processos operacionais, controle e desenvolvimento de recursos estratégicos e capital intelectual, “humano” preparado e atualizado, torna a empresa mais vulnerável e possivelmente menos competente, dificultando esses caminhos, assim o apoio consultivo e especializado na compreensão e coordenação é fator decisivo.

A decisão deve ser muito bem pensada, especialmente quanto a escolha da consultoria que fará a coordenação do projeto, comprovando tradição, familiarização e competência técnica.